Segunda-feira, 8 de Março de 2010
Religião Chinesa

 

               A China é um país de muitas religiões e conta com mais de 100 milhões de crentes. Na China existem algumas religiões predominantes, não existindo uma que se destaque mais, sendo que as religiões mais importantes e próprias deste país são o Confucionismo, o Taoísmo e o Budismo; professa-se também o Cristianismo, o Protestantismo e o Islamismo, mas me menor escala e estas são religiões adaptadas de países estrangeiros. Algumas destas religiões são também consideradas filosofias de vida. Por vezes torna-se complicado distinguir uma filosofia de vida de uma religião, pois algumas vezes as crenças de uma determinada religião misturam-se com correntes filosóficas, por isso algumas das religiões acima referidas são consideradas por alguns como filosofias de vida.

Existiram e existem na China muitos outros pensadores, sábios e filósofos chineses com doutrinas também muito importantes, mas, infelizmente, não conseguiram alcançar o significado do Confucionismo, do Taoísmo e do Budismo.
Segundo a ordem cronológica, a primeira religião/perspectiva filosófica a surgir na China foi o Confucionismo. O Confucionismo foi fundado pelo Confúcio, que recebeu uma educação exemplar em toda a sua vida e que desde cedo mostrou muito interesse pelas tradições espirituais chinesas. O Confúcio é tido como um mestre por excelência, pois ensinou muitas disciplinas, e chegou a ter mais de 3000 alunos.
O Confúcio acreditava na ordem e dizia que esta só podia ser atingida através da veneração dos antepassados e através do respeito ao próximo.
O Confúcio falava pouco em Deus e daí se pôs em questão o facto de o Confucionismo ser ou não uma religião, mas apesar das dúvidas considera-se uma religião pois, durante toda a sua vida, Confúcio mostrou e disse que era religioso.
Os Confucionistas crêem no jen e no hsaio, o jen é a delicadeza e a lealdade em todas as situações e o hsaio são as cinco relações da amizade; que são entre pai e filho, entre irmãos mais novos e irmãos mais velhos, entre marido e mulher, entre os idosos e os jovens e por fim entre governantes e governados.
 O Confucionismo foi expandido para o Japão, mas tem permanecido em maior escala na China. Esta religião exige essencialmente o respeito pela tradição social e a cooperação do indivíduo para o bem de toda a sociedade.
Seguidamente temos o Taoísmo. O Taoísmo começou por ser uma filosofia de vida, mas passados alguns tempos tornou-se numa religião. No inicio o Taoísmo era uma escola de filosofia que reagia contra as injustiças e o sofrimento, criando assim um caminho para a paz e harmonia. Os Taoistas começaram a ficar obcecados com esta ideia, acreditando que quando uma pessoa estivesse em harmonia, a Natureza penetrava nos seus segredos, salvando-a de todos os males e até da morte. Mas, muito rapidamente, esta filosofia caiu por água abaixo e cada pessoa passou a adorar os seus deuses ou deusas, pedindo-lhes auxílio.
Assim, o Taoísmo religioso aceita três tipos de espíritos; os deuses, os fantasmas e os antepassados. As cerimónias mais importantes são celebradas pelos sacerdotes, enquanto as de menor importância são entregues a cantores locais. O Taoísmo religioso tem a sua própria tradição e a maior parte deriva das ideias filosóficas.
Por fim, temos então o Budismo. O Budismo seguiu muitas características das religiões antecedentes, como o culto dos antepassados e dos mortos. O Buda Amitabha (Amida) é muito venerado na China, principalmente porque está ligado ao pensamento antigo chinês da ordem do mundo moral.
 O Budismo chegou à China pela primeira vez no final da Dinastia Han e rapidamente foram construídos locais de culto ao buda. Quando os comunistas chegaram ao poder proibiram esta religião e os locais de culto ao buda passaram a ter outras funções. Em 1978, a Constituição restabeleceu a liberdade religiosa e ainda hoje em dia existem grupos budistas na China.
Na China todos os grupos religiosos são controlados pelas associações patrióticas. Estas associações são também responsáveis pela eleição dos órgãos de direcção e dirigentes, pela administração dos assuntos religiosos, pela fundação de centros docentes religiosos, pela impressão de livros sagrados, pela publicação de revistas religiosas e dedicam-se também a assuntos de bem-estar social.
Assim, como podemos ver, na China existe uma enorme variedade religiosa e maior parte das religiões são introduzidas dos países estrangeiros.
 

 



publicado por Culturalismo às 00:34
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1 comentário:
De Dagmar Marie a 19 de Março de 2013 às 06:12
Os cristãos ou membros de outras religiões não enviam assassinos para matar no Oriente Médio. Mas, os muçulmanos enviam suas facções Terroristas, sob o pretexto que são "Fundamentalistas islâmicos" para matar no Ocidente! Ainda, os muçulmanos recolhem dízimos nas Mesquitas, para o Terrorismo, então todos são cúmplices. No Oriente Médio, constantemente estupram, mutilam e matam cristãos e membros de outras religiões. Por que então, temos que os tolerar na Europa ou na Ásia, se eles nos odeiam, e somente não nos matam, porque temem as conseqüências? Os islamitas seguem, rigorosamente, o que está escrito no CORÃO ( escrito pelo pedófilo Maomé, que chamam de Profeta), por esse motivo a PEDOFILIA é legalizada pela lei do ISLÃ. Também, nesse livro Satânico que chamam de Sagrado, o CORÃO, está escrito que todos os seres humanos têm que serem convertidos aos islamismo, ou assassinados. Se seguirmos os noticiários, poderemos saber das atrocidades que praticam nas indefesas aldeias e pequenas cidades da África: estupram suas meninas e jovens, e matam todos os homens, para que não mais procriem: os "infiéis". Em seguida obrigam suas vítimas a colocarem véu, e contra a vontade delas, as transforma em muçulmanas. Depois alegam, descaradamente, que islamismo é a "religião" que mais cresce no mundo. Entre outras atrocidades, tais como estupros de meninas e jovens, obviamente virgens, como foi amplamente divulgado na Itália, assim como em outros países, onde residem. Ainda, picham todas as Igrejas nos países europeus, que os acolheram, onde podemos observar que apenas as Mesquitas, não estão pichadas. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estariam. Depois reclamam da ISLAMOFOBIA?

E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do Ocidente e da Ásia, a chaga da humanidade, o islamismo, e suas perversões sexuais: a pedofilia



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